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segunda-feira, 1 de julho de 2013

ENVENENAMENTO FAMILIA FIOCCO

Ontem pesquisando no jornal de A GAZETA DE BATATAIS - de 14 de março de 1920 encontrei enfim duas notícias que falavam do até então "suposto" envenamento do meu bisavô e outros membros da família:
Aqui está a confirmação dos fatos:


Meu tio Helio comentava que seu tio Dante carregava sequelas decorridas deste envenenamento.
Vou ver o que mais descubro sobre este caso...

domingo, 27 de março de 2011

MINHAS RAÍZES - A PROCURA (parte 10) – Famílias e seus registros de entrada.

Aqui está o resumo por ordem de chegada ao Brasil de todas as famílias dos meus antepassados de imigrantes italianos e austríacos:

Dados dos registros da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo.

FAMÍLIA LORENZINI
31/05/1891 - Navio vapor Bourgogne - aportado em Santos-SP

Antonia Cappelletti Lorenzini, 51 anos, viúva - mãe
Silvia Cattarina, 12 anos - filha
Antonio Valentino, 10 anos - filho
*Angelo Maria, 14 anos - filho (meu bisavô)
Davide Daniele Domenico, 23 anos - filho

FAMÍLIA ALDRIGHI
21/09/1891 - Navio vapor Santa Fé - aportado em Santos-SP

Gerardo Aldrighi, 38 anos - marido (meu trisavô)
Angela, 27 anos - esposa (madrasta das crianças)
Angelo, 10 anos - filho
*Adele, 8 anos - filha (minha bisavó)
Maria, 4 anos - filha

FAMÍLIA FIOCCO
22/09/1891 - Navio vapor Sírio - aportado em Santos, vindo do Rio de Janeiro-RJ

Melchiorre (Gaspare) Fiocco, 53 anos - marido (meu trisavô)
Maria, 53 anos - esposa
*Rodolfo, 20 anos - filho (meu bisavô)
Vittoria, 17 anos - filha

FAMÍLIA CERIBELLI
05/10/1891 - Navio vapor Caffaro - aportado em Santos-SP

Antonio Ceribelli, 53 anos - marido (meu trisavô)
Angela Colleoni Ceribelli, 49 anos - esposa (minha trisavó)
Giaccomo, 26 anos - filho
Alessandro, 21 anos - filho
Massimo, 19 anos - filho
Isaia Giuseppe, 17 anos - filho
*Maria, 14 anos - filha (minha bisavó)
Francesca, 12 anos - filha
Cecilia, 6 anos - filha

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

MINHAS RAÍZES - A PROCURA - ENVENENAMENTO (parte 05)

Depois disso tudo dei uma parada nas minhas pesquisas e as retomei em meados de 2009. Foi quando descobri um site que montava árvore genealógica online. O Genoom! Depois de um mês abandonei o genoon e fui parar no site http://www.myheritage.com.br/ onde publiquei minha árvore e a atualizo constantemente. Em julho de 2009 liguei para o meu pai e perguntei se ele tinha um telefone de algum primo dele, pois eu queria retomar a pesquisa. Liguei para uma prima dele (que eu não conheço pessoalmente até hoje) e ela me mandou um e-mail depois falando de uma senhora Ceribelli que morava em Ribeirão Preto que talvez poderia me dar alguma informação.
Liguei para esta senhora e marquei de ir a Ribeirão Preto na casa dela pra ela me contar pessoalmente o que sabia. Dona Daici Ceribelli me disse que lembrava dos meus tios-avós Fiocco e que a história que ela sabia é que meu bisavô havia morrido novo! Adolpho (Rodolfo) Fiocco e Maria Ceribelli foram ficando doentes e descobriram posteriormente que o sal que eles consumiam estava contaminado por arsênico. Ou seja o sal teria se contaminando durante o transporte no trem.
Abaixo a transcrição do áudio do depoimento de dona Daici:
" – …Eles sempre contavam uma história assim: Que eles morreram envenenados. Que a mogiana (companhia mogiana de estradas de ferro) trouxe um sal e aí seus bisavós começaram a ficar doentes, chamou o médico e a pessoa tinha diarréia e tinha isso... A vovó era uma pessoa muito prestativa, a vó Teresa (Theresa Sentelegue), muito assim, dava muita roupa, era o estilão dela. Brava! Ela pegou e foi lá fazer comida pra eles, mas ela não comeu, ela pegou e deu o resto de comida pro cachorro e quando ela deu o cachorro morreu. E ela deu conta disso... E já chamou o médico. O médico já tava seguindo... Óh, o cachorro morreu! Deve ser... Aí foram levantar assim, o envenenamento do sal..."
Não sabemos a verdade sobre isto, pois imagino que se essa contaminação ocorreu no transporte, deve ter sido contaminado uma grande quantidade de sal e sendo assim, outras pessoas que consumiram este sal teriam sido vitimadas também. Mas daí é uma outra história, e quem sabe um dia resolvo pesquisar.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

MINHAS RAÍZES - A PROCURA (parte 04)

De Batatais a São Paulo

Alguns meses se passaram e me mudei para São Paulo, onde vim trabalhar. Na verdade mais precisamente morei por seis meses em Taboão da Serra e trabalhava em Cotia na região metropolitana de São Paulo, fazendo eventos em São Paulo e pelo Brasil afora.

Um belo dia resolvi sair de onde eu morava na zona oeste e peguei o metrô pra desembarcar na zona leste, mais precisamente na estação Bresser para ir ao MEMORIAL DO IMIGRANTE, antiga hospedaria por onde passou a maioria dos imigrantes chegados ao porto de Santos, e provavelmente algum italiano antepassado teria registro naquela hospedaria.


Conheci o museu meio às pressas, pois cheguei próximo ao fim do expediente. Visitei por meia horinha e fui para um dos terminais de pesquisas disponíveis.
Não encontrei os Fiocco, nem Lorenzini que eu procurava, mas acabei encontrando dados sobre alguns Ceribelli que talvez poderiam ser da família de minha bisnonna.
Anotei os dados sobre as pessoas da família, idades, data de chegada e navio.
Mas não dei muita atenção. Pois queria saber as informações sobre a família Fiocco.
A falta de experiência não me deixava ver que qualquer dado era importante. Alguns anos depois vim a confirmar que a família que eu havia encontrado nos registros era mesmo a de minha bisnonna Maria Ceribelli, que desembarcou no porto de Santos no navio vapor CAFFARO em 5 de outubro de 1891, com 14 anos, acompanhada de seus pais Antonio, 53 e Angela Colleoni, 49 e seu irmãos Giaccomo, 26, Alessandro, 21, Massimo, 19, Giuseppina, 17 (na verdade Isaia Giuseppe, vim a descobrir posteriormente), Francesca, 02, e Cecilia com 06 anos.